Educação

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Uneb divulga gabaritos do Vestibular 2017.2

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Universidade do Estado da Bahia (Uneb), por meio do Centro de Processos Seletivos (CPS), divulgou os gabaritos das provas do Vestibular 2017.2. Os candidatos podem conferir o seu desempenho no site aietec.com.br. De acordo com o edital da seleção, o resultado final deve ser divulgado a partir do dia 29 de maio.

Vestibular

As provas do Vestibular Uneb 2017.2 foram realizadas nos dias 23 e 24 de abril, em 95 unidades de ensino baianos, sendo 28 em Salvador e 67 no interior do estado. Nesta edição do certame, 28.038 candidatos concorrem a 3.185 vagas oferecidas pela universidade, distribuídas em 112 opções de cursos de graduação presenciais, ofertadas nos campi de Salvador e em outras 22 cidades baianas.

Entre os cursos mais concorridos em Salvador estão Medicina (638 candidatos/vaga), Nutrição (77 candidatos/vaga) e Fisioterapia (68 candidatos/vaga). Já no interior, houve maior procura pelos cursos de Direito oferecidos nos campi de Camaçari (38 candidatos/vaga), Juazeiro (37 candidatos/vaga) e de Jacobina (36 candidatos/vaga). Mais informações podem ser conferidas no site da Uneb .

De RWR/Por SBN

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Carteira de estudante é obrigatória para meia-entrada em espaços culturais

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Emissão de carteiras de estudante

Documentos como o comprovante de matrícula não garantem mais a meia-entrada para os alunos de escolas e universidades. O documento obrigatório para a concessão do benefício é a carteira de estudante, com base na lei federal nº 12.933/13. A regra vale para espaços culturais baianos, a exemplo do Teatro Castro Alves (TCA) e da Concha Acústica. Além dos locais de eventos ficarem responsáveis por exigir o documento, o Ministério Público do Estado (MPBA) vai intensificar as fiscalizações e notificou os estabelecimentos para que a lei seja cumprida. O documento é também uma forma de garantir o direito dos alunos, impedindo que ele seja usufruído por outras pessoas, é o que acredita o coordenador para Salvador e região metropolitana da União dos Estudantes do Brasil (UEB), Tauan dos Santos. “Os estabelecimentos precisam destinar 40% dos seus lugares ou ingressos para meia-entrada. Exigir a apresentação da carteira de estudante vai garantir que essas vagas sejam ocupadas pela classe estudantil, já que documentos como comprovante de matrícula podem ser fraudados. As entidades estudantis querem o cumprimento da lei, principalmente para defender os interesses da classe”, afirma Tauan.

De RWR/Por NL

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Mais de 28 mil candidatos realizam provas no Vestibular Uneb; 2º dia

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As provas do Vestibular da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) tiveram início na manhã do último domingo, 23 de abril, com Língua Portuguesa (incluindo Literatura Brasileira), Língua Estrangeira (Inglês, Espanhol ou Francês) e Ciências Humanas (História, Geografia e Atualidades), além da redação, e prosseguem nesta segunda-feira (24). Participaram 28.746 candidatos, que concorrem a 3.185 vagas distribuídas em 112 opções de cursos de graduação presenciais, oferecidas nos campi de Salvador e outras 22 cidades baianas, com entrada para o segundo semestre de 2017.

Aproximadamente 2.600 profissionais estão trabalhando para garantir a realização do certame em 28 estabelecimentos da capital e 67 do interior do estado, contemplando 24 cidades onde a universidade possui campus. Nesta edição do vestibular, constam duas novas opções de cursos – Medicina Veterinária (Barreiras) e Administração (Juazeiro), sendo que esta última será oferecida na modalidade semipresencial. Ambas as graduações oferecem 40 vagas.

Nesta segunda serão aplicadas as provas de Matemática e Ciências da Natureza (Física, Química e Biologia), com duração máxima de 4 horas, como estabelece o edital de convocação para os exames. Para o segundo dia do certame, o Centro de Processos Seletivos (CPS) da Uneb reforça as orientações já divulgadas aos candidatos – comparecer aos estabelecimentos munidos de documento de identificação original (o mesmo utilizado na efetivação da inscrição) e não utilizar telefones celulares e outros aparelhos eletrônicos, conforme prevê o edital. Por motivo de segurança, os gabaritos das provas dos dois dias do concurso serão divulgados a partir da próxima quarta-feira (26). O resultado final do Vestibular 2017.2 deverá ser divulgado a partir do dia 29 de maio.

De RWR/Por SBN

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Como se sair bem logo na 1ª tentativa do concurso público?

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Escolher o primeiro concurso público é uma iniciativa que pode abrir muitas portas. Por outro lado, decisões tomadas sem cautela podem ser desperdício de tempo, energia e dinheiro. Por isso, o candidato deve saber o que quer, além de traçar um plano de estudos para conquistar o seu cargo.

De acordo com Claudete Pessôa, diretora pedagógica do Super Professores Cursos Online, o candidato “deve estabelecer uma linha de ação a partir da seleção de concursos que possuem conteúdos semelhantes em seus editais”. Além disso, ela destaca a satisfação pessoal como principal critério a ser considerado.

Quanto ao planejamento, Anderson Silva, professor do Curso Ênfase, diz que há três pontos importantes. “É preciso estar disposto a renunciar a algumas coisas, criar uma rotina que possa ser seguida e ter uma conversa com familiares e amigos sobre essa mudança”. O professor também indica fixar dias, horários e local de estudo para que a rotina seja seguida à risca.

Decisão

Para quem ainda não definiu em que área deseja atuar, Kelle Catiane, professora do Ímpar Concursos, aconselha “cursos básicos em que matérias comuns à maioria dos concursos sejam privilegiadas”. Segundo ela, “a necessidade de estabilidade profissional faz com que muitos alunos estejam estudando sem saber o que de fato querem”. Portanto, estudar disciplinas e bancas recorrentes se torna um investimento.

Dicas para enfrentar o primeiro concurso

Momento certo –  Não é preciso esperar o edital sair para começar a se preparar. O ideal é que se estude imediatamente após a decisão de se tornar concurseiro, afinal, a concorrência é grande e o tempo é curto.

Plano de estudos – Muitos concurseiros desistem de estudar por falta de organização e disciplina. Portanto, é preciso criar um quadro de horário semanal com a rotina a ser seguida pelo estudante. Se não for possível cumpri-lo, o quadro deve ser refeito até que se ajuste à realidade do estudante.

Acompanhamento – Professores experientes em concursos podem ser o diferencial para a aprovação. Além de saber o perfil de cada banca, eles indicarão como as matérias são abordadas.

Filtros – O concurseiro deve levar em consideração a sua área de interesse. Para quem almeja um cargo de nível superior, a sua formação já será um critério.

Conversa – A importância de conversar com familiares e amigos sobre a mudança na rotina envolve tanto a compreensão quanto o apoio. Dessa forma serão evitadas confusões e o candidato ainda poderá receber ajuda.

Interpretação – No geral, os concursos cobram a ideia central do texto. Uma sugestão para otimizar o tempo é ler a introdução e a conclusão. Antes de seguir a dica, é válido conhecer bem a banca examinadora.

Véspera – No dia anterior à prova é importante que o concurseiro se alimente bem, tenha uma boa noite de sono e evite ansiedades. Afinal, no dia seguinte, o candidato precisará de atenção, concentração e condicionamento físico e psicológico.

Hora H- Não adianta dominar o assunto e não saber como ele  é cobrado na prova. No momento da preparação, é preciso  fazer provas de concursos anteriores e conhecer a banca examinadora.

Psicológico – O que faz qualquer candidato estar em desvantagem é o condicionamento psicológico. Com equilíbrio emocional e paciência ele terá  mais chances de se recordar dos assuntos estudados.

De RWR/Por SBN

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Empatia e respeito à diversidade deverão estar no currículo escolar

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Escola

Exercitar a empatia, o diálogo, a cooperação e o respeito deverá fazer parte do cotidiano das escolas. Além disso, os estudantes deverão acolher e valorizar a diversidade. Estas são algumas competências previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que deverão servir de orientação para todas as escolas públicas e particulares do país. O documento final da BNCC para o ensino infantil e fundamental é apresentado hoje (6) pelo Ministério da Educação (MEC).

Além de definir o que deve ser aprendido a cada ano, em cada área de conhecimento, a BNCC define dez competências gerais, que deverão ser desenvolvidas em todas as disciplinas ao longo da vida escolar do estudante. Entre essas competências, está a necessidade das escolas serem capazes de fazer os estudantes se conhecerem, apreciar-se e cuidar da sua saúde física e mental, reconhecendo suas emoções e dos outros. O objetivo é atingir a chamada formação humana integral.

"Não existe separação entre cognitiva, socioemocionais e comunicacionais. São [habilidades] gerais, não tem como separar uma da outra, a criança precisa aprender a ser solidária, respeitar o outro, ter responsabilidade, a saber conviver. Ela precisa aprender a ler e resolver problemas, a ser cidadã do mundo, a respeitar a diversidade e a se comunicar", diz a secretária Executiva do Ministério da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro, que presidiu, nos últimos meses o comitê da pasta responsável pela finalização da BNCC. "Se não tem boa autoestima, não é estimulada, não é bem acolhida na escola, terá dificuldade em desenvolver o conhecimento", acrescenta.

Para Guiomar Namo de Mello, que integrou o grupo de conformação da BNCC e membro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, a presença da chamada educação integral na Base “mostra que educação não é apenas ensinar conhecimentos, mas também ensinar atitudes, posturas e formas de relacionamento. Tem a ver com o que hoje se entende como habilidades socioemocionais, mas é algo muito antigo", diz.

Guiomar acrescenta, no entanto, que isso não significa que a escola passe a ser responsável por toda a formação emocional do estudante. "A escola sozinha nunca vai dar conta da formação emocional e social dos alunos, tem que dividir com a família, com a sociedade, com grupos de socialização. A escola tem missão de trabalhar e transmitir conhecimento, transmitir competências, se não faz isso, ninguém faz".

A BNCC também garante que os estudantes tenham uma formação que lhes permitam um maior protagonismo. Entre as competências está a de exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e inventar soluções com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

Formação dos professores

Na avaliação de especialistas, para que a BNCC saia do papel será necessário, entre outras ações, a formação e a valorização dos professores, profissionais que, na ponta serão os responsáveis para que essas mudanças cheguem aos estudantes.

"Sem dúvida será necessário que se reveja a formação inicial, a formação continuada, a condição de trabalho e o material didático, para o professor dar conta", diz a superintendente do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), Anna Helena Altenfelder, que é integrante do Movimento pela Base Nacional Comum, grupo não governamental de profissionais da educação. "É preciso dar condição de trabalho para o professor, não apenas estrutura física, mas formação, vai precisar de apoio das secretarias e  das escolas. Se ficar apoiado só no professor, a base não vai se efetivar."

Para o diretor de articulação e inovação do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, as escolas precisarão também se adaptar. “Contribuir para desenvolver o pensamento crítico dos alunos demanda um enorme esforço. Para isso aterrissar na sala de aula, no chão da escola, vai ser necessária uma nova arquitetura da sala de aula, para que uma nova escola dialogue com o novo mundo e mudanças profundas”. Ele dá como exemplo a necessidade de mudar a disposição das carteiras dos alunos. "Uma sala com carteiras enfileiradas pode criar um ambiente que não se desenvolva aspectos colaborativos e criativos."

Próximos passos

A expectativa do MEC é que a Base Nacional Comum Curricular chegue às salas de aula efetivamente a partir de 2019. Hoje, o MEC entrega a versão final da elaboração do dcumento ao Conselho Nacional de Educação (CNE). Este é um dos últimos passos para que a Base passe a vigorar no país. Após análise, o CNE vai elaborar um parecer e um projeto de  resolução e a BNCC volta para o MEC para homologação. A partir de então passa a vigorar oficialmente. A partir da BNCC, estados e municípios devem elaborar os próprios currículos.

A Base apresentada hoje refere-se aos ensinos infantil e fundamental. A parte relativa ao ensino médio ainda está em elaboração e deverá ser apresentada nos próximos meses.

Base Nacional Comum Curricular

De RWR/Por AB