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Cultura

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ASA NOTURNA | DIRETOR DO FILME FALA SOBRE A ESCOLHA DO ATOR: ”PRECISA TER GRANDE COMPROMETIMENTO”

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O filme solo do Asa Noturna no DCEU pode ainda estar muito longe, mas o diretor Chris McKay já planeja os primeiros passos. E com o filme já sendo planejado, McKay deixa claro que seu amor pelo personagem pode significar algumas más notícias para o ator que o interpretar. 

Através de seu twitter, o diretor falou sobre seu fascínio pelo personagem, e também sobre a escolha do ator que irá protagonizar o filme.

“A história de Dick Grayson, tornando-se Robin, então se tornou Asa Noturna, tudo isso foi jogado para nós nos quadrinhos em tempo real. Não foi um flashback. Nós experimentamos isso. Então, estivemos juntos em todos os sucessos e fracassos de Robin / Asa Noturna. E as pessoas que subestimaram Robin ou o descartaram talvez tivessem suas opiniões mudadas à medida que o vimos “crescer” bem na nossa frente.

O ator precisa ter grande comprometimento. Todo dia. Vai ser extenuante.”

Richard John “Dick” Grayson é um personagem de histórias em quadrinhos da editora americana DC Comics. Criado em 1940 por Bob Kane, Bill Finger e Jerry Robinson, foi o primeiro ajudante de Batman, sob a identidade de Robin. Mais tarde assumiu a identidade de Asa Noturna, desenvolvida por Marv Wolfman e George Pérez em 1984. Na atual continuidade da DC, Dick é conhecido como Agente 37.

Após os eventos de Batman – Descanse Em Paz, Dick se tornou o novo Batman. Mas após ser revelado que o Bruce ainda estava vivo, Dick volta a ser o Asa Noturna, mas com um uniforme totalmente diferente do original.

Fonte- R7.com

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Com diferenças regionais, festas juninas celebram a fartura no campo

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Comida típica, fogueira, quadrilha e fogos de artifício são alguns dos elementos tradicionais das festas juninas que podem ser encontrados em diversas partes do país. Seja em um grande evento na cidade, uma quermesse no salão da igreja ou um arraiá da família, eles estão comumente presentes nos festejos do mês de junho, que tem raiz histórica nos rituais de celebração das colheitas. A festa milenar, no entanto, foi se transformando ao longo dos anos, mas se manteve como uma manifestação cultural da relação do homem com o campo.

“A festa junina é uma festa enraizada na cultura brasileira, que tem o alimento como um importante elemento de identidade”, aponta a historiadora Eliane Morelli Abrahão, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ela destaca que muitas das quermesses, por exemplo, não estão mais associadas aos santos católicos, mas, sim, à comida. “É uma festa muito associada ao alimento, que acaba sendo o signo da memória coletiva. As comidas típicas significam essa memória coletiva do nosso povo”, disse a especialista à Agência Brasil.

O festejo tem maior expressão nas regiões Norte e Nordeste. Professora de tradições populares do Instituto Federal de Educação Tecnológica do Ceará (IFCE), Lourdes Macena aponta que as manifestações culturais assumem características próprias em cada região.

“Muitas músicas e escritos falam do quentão, no entanto, a gente não toma essa bebida aqui [no Ceará], toma aluá”, exemplificou.

À base de vinho e especiarias, o quentão aquece junho que já antecipa o frio do inverno no Sudeste. O aluá, por sua vez, tem raiz indígena e pode ser feito à base de abacaxi.

Origem

De acordo com Eliane, as comemorações juninas remontam ao século 12 e têm origem nas festas pagãs. “Esses povos da Antiguidade já acreditavam que a celebração à deusa Juno, que era considerada a protetora do casamento, do parto e da mulher, proporcionaria fartas colheitas”, apontou. A Igreja Católica, no entanto, não via com bons olhos essas festas populares e começou um processo de incorporação dos festejos, vinculando-os ao calendário litúrgico. “É o período do solstício de verão na Europa, então está muito ligado com a questão da plantação e das colheitas”, acrescentou.

No Brasil, o festejo junino está novamente associado a um processo de incorporação pela Igreja. “Os colonizadores portugueses e os padres jesuítas quando chegam aqui se deparam com as tradições indígenas de preparação do solo para o plantio que também tinham como intuito essa safra abundante. Os índios também já tinham esse costume de fazer as festas nesse período”, explica a historiadora. A festa indígena vai intercambiando para a festa cristã em torno, especialmente, da figura de São João Batista.

Diversidade

A professora Lourdes Macena explica algumas diferenças regionais dos festejos juninos. No Nordeste, por exemplo, as raízes são bem exploradas nas comidas típicas. “A batata, a macaxeira, o inhame, a gente usa muito. Comemos cozido, assado na fogueira”, exemplificou.

Há ainda diferenças de nome entre os preparos do milho, que é a base da culinária junina. A canjica no Nordeste é o curau no Sudeste. E a canjica no Sudeste é o mungunzá nos estados nordestinos. Há também a pamonha, que pode ser doce ou salgada e é facilmente encontrada em praticamente em todo o Brasil.

Já no Maranhão, apesar de se encontrar as quadrilhas, o forte é a brincadeira do boi. “Eles têm vários sotaques [forma própria de expressão de uma mesma manifestação cultural]. Os sotaques de matraca, sotaque de zambumba, sotaque da ilha, que são formas diferenciadas de fazer musicalmente a brincadeira do boi com diversos personagens também que se distinguem no Maranhão”, explicou Lourdes.

No Amazonas, a grande festa de Parintins ocorre entre os bois Caprichoso e Garantido. “Lá o que seria a brincadeira do boi passa a ser uma festa única, a festa junina em si é em volta do boi”, apontou a professora de tradições culturais. A festa ocorre no último fim de semana de junho. Em Manaus, as cirandas são um destaque dos festejos.

No Ceará, terra da pesquisadora, assim como em outros estados da Região Nordeste, o tecido de chita está presente das vestimentas à decoração. “A gente gosta muito de coisas coloridas, então a gente usa muito fita, com cores fortes, vivas. A gente brinca muito com essa coisa do figurino, apesar de ter essa estilização, mas que não deixa de usar uma matriz estética para poder compor em cima e essa matriz vem em cima do chitão, das cores, dos quadriculados”, explicou. As crendices populares para “arrumar um marido” também fazem parte da brincadeira no estado.

Fonte- NL

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Feira do Livro de Brasília começa hoje com o tema Inclusão e Cidadania

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Começa hoje (16) e vai até o dia 25 de junho a 33ª Feira do Livro de Brasília. O evento, realizado na área externa do Shopping Pátio Brasil, reúne uma média de 90 estandes e cerca de 50 expositores de livrarias e editoras de várias partes do país. Além da venda de livros, a feira terá espaço para a realização de debates, conversa com autores, homenagens, leitura de poemas e saraus.

De acordo com um dos organizadores, Gabriel Lima, a feira pretende atrair crianças, jovens e adultos de todas as idades e traz como tema principal para os debates a inclusão e a cidadania, com foco no protagonismo dos jovens autores e leitores. “O que a gente quer passar é que podemos resgatar os valores da leitura e aliar ao mundo moderno da internet”, disse à Agência Brasil.

A relação entre literatura e internet também terá espaço no evento, que debate ainda temas que estão na ordem do dia como o debate de gênero e a presença das mulheres na literatura, o bullying e violência nas escolas, a inclusão, diversidade e acessibilidade das políticas de acesso a livros nas bibliotecas do país, a contribuição africana na formação literária e poética do Brasil, com espaço para a narração de lendas africanas e o debate sobre relações étnico-raciais na educação.

Entre os homenageados estão os poetas Ferreira Gullar, Torquato Neto e o cantor e compositor Belchior, que morreu em abril. “A gente está com uma programação vasta, com diversos autores. A gente vai homenagear também os 50 anos da Tropicalia, com algumas atrações voltadas para o tema”, acrescentou.

O evento contará com a participação dos poetas Antonio Risério, Nicolas Behr, Francisco Alvim e Antonio Cícero, que debaterão a contribuição do movimento tropicalista para a literatura e a Música Popular Brasileira (MPB). Cícero tem composições com Marina Lima, de quem é irmão e divide a parceria de canções como Fullgás e Para Começar, e Cláudio Zoli, com quem divide À Francesa, além de músicas com Waly Salomão, João Bosco, Orlando Moraes, Adriana Calcanhoto e Lulu Santos.

Além das homenagens, a feira promete ser um espaço para a literatura produzida no Distrito Federal, servindo de vitrine para as produções locais. Entre os homenageados da cidade, está o escritor e presidente da Academia Taguatinguense de Letras, Gustavo Dourado.

“Estamos lançando a primeira antologia da academia, com 145 autores locais, temos ainda poemas inéditos de Carlos Drummond de Andrade, do Mario Quintana, do Décio Pignatari, do Renato Russo”, disse Dourado, escritor com vasta produção em literatura de cordel.

A academia, que tem um estande na feira, lançará uma antologia com autores locais. “A antologia é um retrato do que se produz de literatura no Distrito Federal. Ela vem com a força das regiões brasileiras, a endossar a criatividade, a brasilidade e a originalidade de poetas, romancistas, contistas, cronistas, ensaístas e articulistas” afirmou a editora do livro, Maria Felix Fontele.

Além dos debates, manifestações poéticas e homenagens, a Feira do Livro reservará espaço para a apresentação de shows e manifestações culturais.

Agência Brasil

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Ministro interino da Cultura pede demissão do cargo

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O ministro interino da Cultura, João Batista de Andrade, pediu hoje (16) demissão do cargo. Em carta enviada ao presidente Michel Temer, Andrade afirma não ter interesse em ser efetivado no comando da pasta.

“Comunico, respeitosamente, meu desinteresse em ser efetivado como ministro da Cultura”, diz trecho da carta divulgada nas redes sociais do Ministério da Cultura. “Assim sendo, confirmo minha disposição para contribuir da forma mais proativa possível com a transição de gestão no Ministério da Cultura, até a nomeação dos próximos ministros da Cultura e seu secretário executivo”, acrescenta o texto.

Então secretário executivo da Cultura, Andrade assumiu interinamente o cargo de ministro em maio, após o deputado Roberto Freire (PPS-PE) anunciar a saída da pasta. À época, Freire atribuiu a decisão ao fato de Michel Temer não ter renunciado à Presidência, como foi sugerido pelo PPS, após vir a público o conteúdo da delação premiada do empresário Joesley Batista, dono da JBS.

Procurado, o Palácio do Planalto ainda não se manifestou sobre o pedido de demissão.

Agência Brasil

 

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Exposição Itinerários Indígenas mostra obras raras dos séculos 16 ao 21

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Aula no orfanato masculino. Missão Salesiana de Barcelos. Amazonas. Prelazia do Rio Negro (1937-50)

No Dia Internacional de Arquivos, comemorado hoje (9), o Arquivo Nacional abriu ao público a exposição Itinerários Indígenas, marcando o encerramento da 1ª Semana Nacional de Arquivos. O tema da data comemorativa neste ano é a diversidade cultural.

A exposição abrange documentos e peças do próprio Arquivo Nacional, como manuscritos e obras raras que datam desde o século 16 até o século 21. Para o público leigo que vai ter contato pela primeira vez com documentos ligados aos indígenas brasileiros, a curadora da mostra, Claudia Beatriz Heynemann, destacou que vai ser a oportunidade de as pessoas verem manuscritos originais de séculos passados, além de reproduções de livros raros de expedições pouco conhecidas que percorreram o país no século 19, principalmente de naturalistas alemães, com fotos dos primeiros contatos feitos com indígenas no país.

Cláudia Beatriz conta que estão expostas também imagens fotográficas do acervo do extinto jornal Correio da Manhã, publicado no Rio de Janeiro de 1901 a 1974, bem como da Agência Nacional, órgão de divulgação do governo federal, substituída em 1979 pela Empresa Brasileira de Notícias, fundida em 1988 à Radiobrás, atual Empresa Brasil de Comunicação.

Aproximação

“Da Agência Nacional, nós temos imagens trêmulas dos anos de 1950, quando foram feitas as primeiras tentativas de atração de grupos indígenas. São imagens interessantes que dão aquela ideia de aproximação na margem do rio”, disse a curadora. A exposição conta também com álbuns inéditos de missões religiosas salesianas, um deles datado de 1901, quando Afonso Pena era presidente do Brasil. Outro álbum marca o período de Getulio Vargas no poder.

Segundo Cláudia Beatriz, essas missões faziam parte de uma política de aculturamento dos grupos indígenas. As imagens de oficinas e estudos retratam o processo disciplinar de imposição de uma cultura externa para os índios, disse. “São fotos icônicas mesmo”, comentou.

A exposição também mostra o registro de viagens ao interior brasileiro. Há muitas imagens de atividades de campo dos irmãos sertanistas Villas-Boas. Há ainda uma reprodução de 1912 da imagem do fundador da Rádio Roquette-Pinto, o escritor e imortal da Academia Brasileira de Letras Edgard Roquette-Pinto, considerado o pai da radiodifusão no Brasil, no meio da floresta. A foto foi reeditada pelo Correio da Manhã na década de 1940. Roquette-Pinto fez parte da Missão Rondon, em 1912, e passou várias semanas em contato com os índios nambiquaras que, até então, não tinham contato com a civilização, trazendo, na volta, vasto material etnográfico.

Comissão Nacional da Verdade

A mostra do Arquivo nacional traz ainda materiais da Comissão Nacional da Verdade (CNV), criada pela Lei 12.528/2011 e instituída em 16 de maio de 2012. A CNV investigou as violações de direitos humanos ocorridas no Brasil e também no exterior entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988, por agentes públicos do governo ou pessoas a seu serviço.

Trata-se de documentos e depoimentos recebidos pela Comissão Nacional da Verdade, revendo o que foi a política do período militar em relação aos grupos indígenas.

A mostra tem entrada franca e abre de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Há ainda visitas orientadas e atividades educativas para grupos de visitantes. Maiores informações podem ser obtidas por e-mail, no endereço Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .

Agência Brasil